
“Tesoureiro” no tempo de Ezequias, i.e., controlador ou governador do palácio. Por causa do seu orgulho, foi despedido do seu cargo e Eliaquim foi promovido (Is 22:15-25). Parece ter sido o líder de um partido que favorecia uma aliança com o Egipto, contra a Assíria. Tem-se conjecturado que “Sebra, o escriba”, que foi enviado pelo rei a conferenciar com o embaixador sírio (2Rs 18:18, 26, 37; 2Rs 19:2; Is 36:3, 11, 22; Is 37:2) era uma pessoa diferente da que aqui é apresentada.
