
A filha mais nova de Labão era um pouco petulante, impertinente e obstinada, apesar de ser bela. Foi uma das esposas de Jacó (Gn 29:6, 28). Ele serviu a Labão, por ela, durante quatorze anos, tão profundo era o seu afecto por ela. Era mãe de José (Gn 30:22-24). Depois, quando Jacó saiu da Mesopotâmia, Raquel levou consigo o terafim do seu pai (Gn 31:34, 35). Quando partiram de Betel, Raquel morreu ao dar à luz Benjamim (Gn 35:18, 19) e foi sepultada “no caminho de Efrata; esta é Belém. E Jacó pôs uma coluna sobre a sua sepultura.” O seu túmulo ainda é muito venerado pelos judeus. O local tradicional fica a cerca de meia milha de Jerusalém. Este nome é usado poeticamente por Jeremias (Jr 31:15-17), representando o povo de Deus que se lamenta sob o peso das calamidades. Esta passagem é citada por Mateus como que se cumprindo no lamento de Belém, relativamente à morte das crianças ordenada por Herodes (Mt 2:17, 18).
